ERA DA GESTÃO ESTRATÉGICA

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Fonte: Google Imagens

Com uma população global que já ultrapassou 7 bilhões de habitantes, teremos, cada vez mais, de refletir sobre relação demanda x oferta de bens e serviços. Esse cenário impõe a necessidade de as empresas tratarem estrategicamente suas opções, no sentido de enfrentar as turbulências ambientais com proatividade e vigor. A competitividade é o desafio imposto pela globalização às empresas do mundo inteiro. Dentro desse enfoque, as empresas que têm êxito são as que preveem, geram e desenvolvem as mudanças, com flexibilidade e rapidez, dando foco e direção às suas ações estratégicas… (David M. Lobato, Jamil M. Filho, Maria C. Torres, Murilo R. A. Rodrigues – Gestão Estratégica 2012).

– Qualidade como fator competitivo:

Com os clientes cada vez mais criteriosos, exigindo que as características dos seus produtos estejam totalmente alinhadas aos requisitos técnicos, normas condizentes, enfim (muitas vezes até direcionando empresas terceiras pra realizar inspeções nos fornecedores, isso dependendo do setor), as organizações devem se inteirar aos padrões de qualidade e produtividade que atendam as necessidades de entrega. Num mercado incerto e com a concorrência pulsando, a qualidade está cada vez mais requisitada, uma BOMBA relógio para quem não está se adequando.

– Satisfação do cliente:

Atendimento, prazo de entrega, preço, informação coerente e antecipada, parceria, são termos essenciais num relacionamento Cliente x Fornecedor, o alinhamento entre os processos internos das empresas, devem centralizar seus esforços para alcançar a satisfação total daqueles que no fim mantém a Companhia atuante.

– Garantir interesse econômico da empresa:

Não adianta fazer por fazer, tem que ter um propósito, ser produtivo (produzir mais, com menos e melhor), criar programas de desenvolvimento e motivação, redução de custo, otimização de processos, as empresas devem encontrar uma forma de melhorar diariamente seu desempenho, a fim de garantir parcerias duradouras e consequentemente a sua estabilidade.

Precisamos pensar fora da caixa, utilizar aquilo que deu certo nas grandes organizações.

Smith, ao estudar a correlação entre falhas dos produtos no processo de manufatura, com falhas para o cliente, com base nos ensinamentos de Shewhart, apresentou em 1987 uma metodologia para a Motorola alcançar como limite, para a tolerância de um processo, seis desvios padrão (seis sigma) do ponto central. Esta metodologia passou a ser denominada de Seis Sigma (Rodrigues, 2011).

Lucro! As empresas precisam lucrar. Trabalhar por amor sim, porém sem mediocridade, sempre pensando em ganhar mais, podendo assim se desenvolver nos aspectos tecnológicos, máquinas, pessoas, estrutura, entre diversos outros.

De acordo com Rodrigues (2011), no final de 1994 o então presidente da GE, Jack Welch, iniciou o estudo da metodologia desenvolvida por Bill Smith, fez as necessárias contextualizações e afirmou que a Metodologia Seis Sigma para a GE “ofereceu a ferramenta exata de que necessitava para o treinamento generalizado em gestão, uma vez que ela se aplica tanto a um centro de atendimento ao cliente, como uma fábrica”. Welch conclui afirmando que o Seis Sigma “é uma linguagem universal” é o caminho para a busca de bens e serviços com qualidade superior à de uma maior rentabilidade para empresa.

Não Não tem outra definição para a questão “Como se manter no mercado?” Tem que atender o cliente.

A organização que quer crescer deve reconhecer e difundir em todos os seus níveis hierárquicos o objetivo de cada trabalho de melhoria e deixar claro que: “Servir melhor aos clientes e atender suas expectativas, é necessário para manter a empresa no mercado”. (OAKLAND, 2007).

Não é do jeito que você quer, É DO JEITO QUE O SEU CLIENTE ESPERA, sabemos que muitas vezes nem mesmo o cliente sabe o que quer (isso é real), situação complexa, porém deixo uma pergunta, QUEM É O ESPECIALISTA DO SEU NEGÓCIO? Surpreenda… Concretize para o seu cliente aquilo que ele somente imaginava, porém de maneira ofuscada, sem saber ao certo se era realmente aquilo que ele queria.

Desde os primórdios, nós seres humanos estamos acostumados à necessidade de ter que criar, seja pra desenvolver uma ferramenta com pedra, uma roupa de frio utilizando pele, uma maneira de nos comunicar riscando / ou criando arte em pedras ou paredes, Atualmente providos de tanta tecnologia e recursos, só basta termos vontade e interesse,

Com uma população global que já ultrapassou 7 bilhões de habitantes, teremos, cada vez mais, de refletir sobre relação demanda x oferta de bens e serviços. Esse cenário impõe a necessidade de as empresas tratarem estrategicamente suas opções, no sentido de enfrentar as turbulências ambientais com proatividade e vigor. A competitividade é o desafio imposto pela globalização às empresas do mundo inteiro. Dentro desse enfoque, as empresas que têm êxito são as que preveem, geram e desenvolvem as mudanças, com flexibilidade e rapidez, dando foco e direção às suas ações estratégicas…” David M. Lobato, Jamil M. Filho, Maria C. Torres, Murilo R. A. Rodrigues – (Gestão Estratégica 2012)

Vinícius Ferreira

Fonte da imagem: Google Imagens

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